A simbiose, a cumplicidade, a vivência, a troca de sentimentos e de estados sentidos.
O Corpo como veículo da mensagem interna; a Massa que actua e deixa de ser passiva; a Forma que deixa de ser um meio de deslocação física da mente e passa a agente actuante, que se permite à convivência estrita com todo o seu eu, seja em estado físico ou mental.
O Corpo que se ergue, se insurge contra a apatia do vazio e que se deixa levar na dança da vida, saboreando cada passo e cada gesto de comando da mente, ao sabor de uma dança… a dança da vida!